sábado, 30 de abril de 2011

Casamento real


Qual menininha nunca sonhou em casar com o príncipe? Qual menininha nunca se imaginou uma princesa? Poucas são as meninas pé no chão que nunca imaginaram nenhuma dessas cenas na sua vida, que não leram ou viram os filmes do Diário da Princesa, não usaram coroas de plástico compradas na loja de brinquedos.

Pois bem, uma dessas meninas que certamente também sonhava com isso quando era crianças teve seu sonho realizado. Na manhã de ontem, dia 29 de abril de dois mil e onze uma plebéia se transformou em uma princesa.

O casamento real foi acompanha pelo mundo inteiro, na Inglaterra foi considerado feriado nacional, havia gente acampada em frente ao castelo dias antes, para conseguir um bom lugar ver tudo de pertinho. No Brasil muitas pessoas dão deram bola para este acontecimento, pelo fato de não estarmos acostumados com a monarquia britânica, ouvi muitos comentários do tipo, “o desemprego aumenta e as pessoas preocupadas com o casamento do príncipe”, é lógico que ver um príncipe transformando uma plebéia em princesa parece uma história de contos de fadas, impossível de acontecer, a final não estamos acostumados com tudo isso e o povo brasileiro sempre quer se fazer muito de preocupado com os problemas públicos, e sempre que acontece algo como o que aconteceu ontem, resolve que precisa recriminar.

O casamento foi lindo, digno de um contos de fadas de verdade, Catherine Elizabeth Middleton, a Kate, estava fabulosa como uma princesa. Usando um vestido desenhado por Sarah Burton, da marca Alexander McQueem, Kate esbanjava simplicidade. O vestido era simples, a maquiagem leve e as jóias pequenas.

O príncipe não podia estar mais nervoso e feliz, no momento em que viu Kate e levantou seu véu, as primeiras palavras que ele disse a ela é que ela estava muito linda. Kate ainda se transformou na Duquesa de Cambridge. O título passou a ser dela depois que o príncipe recebeu da rainha Elizabeth 2ª o título de duque de Cambridge, nesta sexta. O príncipe também se tornou conde de Strathearn e Barão Carrickfergus, transformando Kate em Condessa de Strathearn e Baronesa Carrickfergus.

Este foi um dia para esquecer dos problemas, da crise britânica e de todos os problemas de estado, as pessoas que dizem que o casamento real é uma besteira, não sabem a grandiosidade que ele tem para a Inglaterra e para seus conterrâneos.

E Kate não errou quando disse que o príncipe é que tinha sorte de estar saindo com ela

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Vocês

E quando eu me senti perdida notei que não estava sozinha. Senti a presença de vocês. E em todas as noites em que ri sem parar ou precisei de um ombro para chorar todos sempre estavam ali para me ajudar. Os dias chuvosos, os sábados ensolarados, os passeios que não deram certo, as festas frustadas, e as noites intermináveis, os almoços, jantas e feriados. Os telefonemas altas horas da noite, as histórias para contar e os segredos guardados. Os abraços e beijos que jamais vão se terminar. Todas as diferenças se tornam pequenas no momento em que vocês me estendem a mão. No momento em que posso confiar meus piores momentos a vocês. No momento em que sinto que nada é mais forte do que uma amizade bem conservada. Sem críticas, sem ofensas e o mais importante de tudo sem preconceito algum. Quero que jurem que será para sempre.

Aos amigos de verdade que embora sejam poucos, são muito bons.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Quanto tempo dura a vida?

Sou uma pessoa extremamente emotiva, tudo o que eu leio sobre alguma tragédia eu choro, todos os filmes de tragédia e de romance eu choro e até com propagandas na televisão e no rádio eu também choro. Sou uma chorona.

Hoje quando comecei a ler à Zero Hora me deparei com a matéria sobre o Sítio da Família Lima, uma tragédia sem tamanho e que fez literalmente muitas vidas irem por água abaixo.

Um rapaz jovem, estudante e apaixonado por música e com uma vida inteira pela frente ,cheio de sonhos e alegrias foi embora e junto com ele uma porção de outras pessoas, uma namorada que sobreviveu, uma família e inúmeros amigos. Breitner parecia levar uma vida feliz e foi pura e simplesmente passar o dia em um sítio, em uma reserva ecológica que certamente tem uma paisagem divina, ele só tinha ido até lá se divertir com os amigos.

A gente jamais pensa que alguma coisa de ruim pode acontecer e a nossa vida pode ir embora em um piscar de olhos, mas a verdade é essa mesmo, assim como a menina que estava viajando com a turma do terceiro ano do colégio e que fatalmente morreu de aneurisma cerebral, e este rapaz que também fatalmente acabou tendo a vida levada pela enxurrada que tomou conta do sítio, pode acontecer com qualquer pessoa.

Ninguém pensa que em um segundo tudo pode acabar e não acho que seja certo pensar assim, acho que tem que se pensar que em um segundo se vive muito.

Como Breitner poderia saber que ia morrer? Ele não sabia e na certa nem imaginava uma coisa dessas, por que a gente nunca imagina. Será que ele disse um “eu te amo” para a sua namorada naquele dia? É esta a questão central, não deixar de fazer as coisas hoje para fazer amanhã, deixar para declarar os sentimentos por alguém hoje por que o amanhã é logo ali, mas não passa pela cabeça de ninguém que o amanhã pode demorar ou não chegar.

Então é provado que não se sabe exatamente quanto tempo dura a vida, por isso é preciso viver todos os segundos como se eles fossem os últimos, por que de fato, podem ser.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O mar pede socorro.

Meu senso crítico sempre faz com que eu faço os momentos bons virarem um tremendo turbilhão de preocupações.

Choveu o final de semana inteiro na praia e por conta disso passei dormindo, comendo e jogando UNO, uma verdadeira beleza pra mim que não sou muito chegada em ficar suando na beira do mar embaixo de um sol escaldante, gosto, mas não morro de amores.

No domingo o sol revolveu dar as caras, meio tímido, hora se escondendo atrás das nuvens, hora dando um olá para os banhistas. Resolvi eu também dar um olá para o sol e fui tomar um lindo sorvete, na volte resolvi caminhar pela beira da praia. Para mim não tem melhor sensação do que caminhar a beira mar, sentindo aquela brisa fininha, aquele cheirinho de sal e aquele mar que vem e vai, mas mesmo por trás de toda essa beleza não tirei os olhos da areia, ou melhor, do que estava espalhado pela areia.

Em um trajeto de 3 guaritas notei sabugos de milhos, sacolas plásticas, latinhas de refrigerante e cerveja, palitos e embalagens de picolé e sorvete, copos plásticos, papeis de balas e pirulitos, isso sem contar o que o mar levou e o que já está embaixo da areia.

Isso não acontece somente em Cidreira, final de semana passado quando fui para Capão da Canoa, me arrisquei a tomar banho de sol na parte da manhã e estava acontecendo uma maratona de revezamento da beira da praia, até ai tudo tranqüilo e correto, mas os maratonistas recebiam em certos pontos da praia copinhos de água que eram largados a beira mar, como não vi ninguém recolhendo esses copos fiquei preocupada, mas pensei que deveria ter alguém especializado e já contratado para este serviço, no momento que pensei isso o mar levou consigo um dos copinhos. Eu só vi um sendo levado pela água, e os outros que hoje podem estar no meio do oceano mudando toda a composição da água e matando peixes e animais marinhos?

O que muitas pessoas não sabem é que em questão de problemas ambientais o mar é o que mais sofre, pois na época de veraneio as pessoas “esquecem” seus lixos na beira da praia e de uma forma ou outra o mar acaba levando para dentro do oceano, sem contar nos produtos químicos que existem nos protetores e bronzeadores e nos produtos que são usados nos cabelos, certas coisas não é possível reparar como os cuidado coma pele, mas custa muito levar um sacola plástica, recolher os lixos e levar para casa?

O futuro é agora, é hoje e amanhã será dos nossos filhos e netos, será que essas pessoas que maltratam assim a natureza sabem que os seus futuros herdeiros é que vão sofrer as conseqüências? Creio que não.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Profissão: Pobre, porém feliz.

Se você tem entre 17 e 18 anos e está na frente do computador se inscrevendo para o vestibular, ou se está pensando no que vai ser quando crescer, a escolha certa (para seus pais) é direito, engenharia ou medicina, mas se você quer dar muita risada nas suas aulas de graduação, quer ver filmes, documentários, se viciar em café preto e ser um possível alcoólatra, façam comunicação social.

Os pais sempre querem o melhor para seus filhos e o melhor para os seus filhos é ter um carrão, uma mansão, um bando de filhos, ir a festas chiques, beber champagne e comer caviar. Ok, não é tanto assim, mas o melhor que os seus pais querem para você é uma vida boa, uma vida em que não seja preciso esmolar na esquina para sustentar seus 10 filhos, mas se seus pais forem legais, legais mesmo eles nunca vão lhe pedir para cursas nenhum desses três cursos e vão aceitar quando você, uma pessoa que nasceu em uma boa família, que não passa fome e que é feliz queira fazer um curso em que poderá passar fome, mas que irá continuar muito feliz.

Qualquer pessoa hoje que faça jornalismo sabe que a vida não vai ser nada fácil, sabe o fardo que terá que carregar para levar o leite e o pão para casa, sabe muito bem que não irá dar “Boa noite!” no Jornal Nacional, sabe que não irá dar “Boa taaaaaaaaarde.” No RBS Esportes, sabe que não ocupará a penúltima página da ZH no lugar do centenário Santana e sabe que não terá os cabelos, a postura e a beleza da Patrícia Poeta, sabe de tudo isso e muito mais, sabe que terá que morrer trabalhando para conseguir comprar aquela máquina fotográfica linda e depois morrer mais um pouco trabalhando para fazer aquele curso de fotografia para depois tentar arrumar um emprego de fre lancer batendo fotos de alguém cantando em um bar para meia dúzia de pessoas. Vai trabalhar em uma redação de um jornal semanal, onde pagam uma miséria e as pautas são sobre os bueiros abertos da vila da Dona Mariquinha, e pode apostar você vai ter que ir até a vila sozinho e se der sorte não será assaltado. Não esquecendo de que você um dia será estagiário, que além de ganhar pouco vai ser escravizado pelos seus colegas jornalistas recém formados.

Para se dar bem nessa área é necessário ser influente, ou seja, um arroz de festa conhecedor de pessoas com dinheiro ou que conhece outras pessoas com dinheiro, do contrário será sempre assim, a vida toda.

Não quero desestimular quem está pensando em ir para esta área, quero que se inscrevam nas exatas para não ter mais uma pessoa concorrendo comigo neste campo do mercado que é do tamanho de uma quitinete (brincadeira), na verdade esse curso, não só esse mais os três cursos da comunicação social são para pessoas apaixonadas, pessoas que não tem medo de serem felizes mesmo sabendo que no final do mês a conta bancária vai estar quase zerada, e que você terá uma pauta às 3h da manhã que será uma verdadeira porcaria, se você quer ser feliz faça jornalismo.

Ninguém vive de amor, e não é tão complicado assim quando eu delatei, é apenas difícil, mas como dizem: “Tudo que se consegue com esforço a recompensa é muito maior.” Então caros jovens de primeira viagem, sejam jornalistas e contem para o mundo o que somente os seus olhos conseguem ver.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

2010



Está terminando mesmo?

Acho que com o passar do tempo a gente vai sabendo aproveitar mais os momentos que a vida nos oferece, fazendo um balanço deste ano que está terminando posso dizer que foi o melhor desde os meus tempos de criança, acho que cada ano tem o seu valor, mas este em especial teve até então um valor maior. Aconteceram coisas que eu jamais irei esquecer, conheci pessoas que eu jamais esquecerei e faço votos para que o ano que vem seja muito melhor.
Eu sempre rezo na virada do ano e peço por todo mundo, peço para que o bondoso Deus me perdoe por todas as coisas erradas que eu fiz e que proteja todos as pessoas que eu amo e ilumine o meu caminho no novo ano que se inicia, agradeço por tudo que me aconteceu de bom e reflito sobre todas as coisas que eu preciso mudar.
Este ano consegui meu primeiro estágio na área, é bom, calmo e com ele fiz 3 novas amigas que vou levar ate quando o destino quiser.
Consegui algo durante 2010 que acho que fazia tempo que eu não conseguia, ser mais humana com as causas e com as pessoas, antes de começar meu estágio na Secretaria Estadual do Meio Ambiente eu já me preocupava com as causas ambientais e com os animais e depois passei a me preocupar ainda mais, afinal um dia tudo isso vai acabar, mas que não seja agora.
Consegui durante este ano domar mais as minhas emoções, não brigar por qualquer besteira e aprendi a respeitar mais os meus pais (que vergonha dizer isso),na verdade comecei a pensar um pouco mais como eles e hoje posso dizer que minha mãe é uma das minhas melhores amigas, de contar segredos a tomar cerveja no domingo a tarde.
Falando em pensar mais nas pessoas, passei a pensar mais antes de agir com o Matheus, a dizer com mais sinceridade tudo o que eu sinto por ele e o quanto ele me faz bem e feliz, passei a aproveitar cada segundo do lado dele e parar de ser chata com algumas coisinhas sem sentido. Acho que isso melhorou sem por cento o nosso relacionamento que neste ano completou seu terceiro ano de vida.
Se eu parar para pensar muitas coisas que aconteceram neste ano nem parecem verdade, foram muitas festas com muitas tequilas e champagnes, foram churrascos com muita cerveja e muitas risadas, eu agradeço ao grupo Chacotinha pelas risadas de todas as sextas-feiras na Plínio 75 e ao dia em que o Diego resolveu nos levar em um bar para ver o Fabão cantar.
Acho que eu nunca sai como eu sai neste ano, acabei me desleixando um pouco com a faculdade, pois tinha festa sexta e festa sábado e eu ia deixando os trabalhos um pouco de lado, era eu e a Larissa Luvison colocando a bebida e os amigos em primeiro plano. Este ano me juntei ao trio das Larissas e da Pietra, derrubei o trio e fiz um quarteto com elas composto agora de Larissa L., Larissa B, Pietra e Bisbi. Assim a gente matava umas aulas de Planejamento gráfico, comia umas saladas de frutas e tentava passar de ano.
Continuei bebendo minha cerveja no Bar do Alemão na frente da Unisinos com as meninas do Prisma Alternativo, isso é algo que nunca pode faltar, no primeiro dia de cada semestre e no último, é sagrado.
Acho sinceramente que temos que viver tudo o que podemos, tudo o que nos é colocado a prova, e foi o que eu resolvi fazer durante todo este ano. Foi o ano em que eu comi bem pagando caro, bebi muito, conversei, chorei e dei muita risada. Agradeço a quem? A Deus e a mim mesma.Não foi um ano de grandes feitos, eu não viajei o mundo e nem escalei o monte Everest, mas durante todos estes dias tudo o que eu fazia era grandioso, era com amor.
Tem duas coisas que aconteceram este no que estou deixando para o final, pois merecem um apelo único na minha vida.
Eu tinha 13 anos quando conheci um colega novo que estava entrando na minha escola, ele era amigo das minhas amigas e eu comecei a falar com ele e com ele conheci a banda Green Day e me encantei, ouvi durante toda a minha adolescência, e no início deste ano foi veiculada a notícia de que eles viriam pela primeira vez para Porto Alegre. Pirei total com a notícia, mas com o passar dos tempos esqueci e notei que não tinha guardado dinheiro. Não iria vê-los. Estava triste. Uma quarta-feira conversando com a Deidre, minha colega de serviço, ela olhou pra mim e disse: "É único, tu nunca mais vai ter uma oportunidade dessas na tua vida", no outro dia fui no banco e adivinhem, eu tinha o dinheiro certo para pagar o ingresso, nenhum centavo a mais e nem a menos. Por sorte eu tenho um namorado maravilhoso que não é muito ligado em música, mas que entende que eu sou e me apoiou para que eu fosse que realizasse um dos sonhos da minha vida e eu fui com quem? Com o meu amigo da 6ª série que me apresentou a banda. Não preciso dizer o que foi o show né? Digno de fogos de artifício, labaredas que brotavam de traz do palco e esquentavam a platéia alucinada com a voz rouca e linda do Billie Joe. Eu chorei e voltei para casa com o sentimento de alma lavada, de missão cumprida, afinal eu vi a menos de 3 metros de distância a banda da minha adolescência.
Com isso pensei que eu fecharia meu ano com chave de ouro, fui ainda a algumas festas e algumas raves da qual eu sempre me dedico para a Lela e para a Renata, falo coisas que elas já cansaram de saber mas eu sempre digo que amo muito elas, chega a ser engraçado. Na verdade eu sempre digo que amo todo mundo quandovou às raves, não sei por que. Ter feito uma tatuagem com as minhas melhores amigas neste ano, me mostrou o quanto um amor dura, não desgasta e sobrevive à distancia.


Um dia estou eu bem bela lendo à Zero Hora e quando olho uma notícia que me intriga: "Paul McCartney em Porto Alegre". Eu nunca me animo com essas coisas, mas neste dia meu coração palpitou.
No dia seguinte a notícia se confirmou e na outra semana saíram os valores dos ingressos. Era o meu presente de Natal. A todo o momento em que eu via algo no jornal ou na televisão eu me arrepiava toda e meus olhos se molhavam, não poderia ser real.
Quem me conhece sabe o quão sou fã de The Beatles, sempre gostei desde o dia em que ouvi Hey Jude pela primeira vez, eu não sabia nada sobre a banda, mas sabia que aquela seria a banda da minha vida. Quando eu não consegui comprar meu ingresso na pré-venda chorei uma noite inteira em uma festa e preciso agradecer meus amigos que me aguentaram, mas no outro dia quando consegui por fim fazer a compra do meu ingresso chorei mais ainda. Abracei a minha irmã e agradeci a todos os santos e acho que foi a segunda vez no ano que eu rezei, rezei descompassadamente por mais um sonho estar se realizando. Não preciso dizer de novo o que foi o show do ex beatle. Foi mágica, sonho, amor, paixão, felicidade, tudo isso misturado, foi choro, alegria e ainda hoje eu me pergunto se foi real. Foi real? Em um outro post que fiz, escrevi em detalhes o que foi este magnífico show.
De novo meu querido namorado entendeu o que era aquilo tudo para mim, o significado de tudo o que estava acontecendo na minha vida, ele sabia quanto isso era importante e de novo ele compreendeu. Ainda me pergunto se eu vi a banda que embalou a minha adolescência e depois em menos de um mês vi um dos caras da banda da minha vida, não parece real tudo isso.

Tive um lapso de tristeza durante este ano: O dia em que meu arqui rival conquisto o Bi da copa Libertadores da América, um dos mais importantes campeonatos, se não o mais importante, a pergunta é: Por que ficar triste se nem é o seu time? É o rival, a raiva de vê-los comemorando e tentar encontrar o sono em meio os inúmeros foguete que amanheceram a cidade é terrível, mas passou. Este ano o meu time surpreendeu, saiu do fundo do buraco e foi parar na beirada da tabela e no próximo ano disputará novamente a taça de TRI Campeão, e isso é algo que não se mede, é descontrole. Este ano estive meio ausente das imediações do estádio Olímpico, afinal trabalhar o dia inteiro e estudar de noite não é fácil, mas deixar de ir não muda nada. Ok, o Inter conquistou a taça, mas e a taça do mundial? Piada total. Não tenho o que comentar sobre isso. É, no meio futebolístico foi como na maioria dos anos, uma lágrima seguida de um riso.
É por isso que me questiono se este ano precisa mesmo acabar, acho que nunca chorei tanto de felicidade em um único ano. Chorei com a minha mãe, chorei com o Matheus, chorei com as minhas amigas e com meus amigos, tudo de pura felicidade. Dei risada das inúmeras besteiras faladas por mim e pelas outras pessoas, caminhei quilometros de um lugar ao outro, vi vários filmes bons e alguns ruins, experimentei de tudo e cozinhei muito, bebi muito café e comi muitos pães de queijo com a Lari. Bom, falta pouco para terminar 2010 e tudo o que eu escrevi não é metade do que aconteceu de bom, se eu fosse descrever cada minuto das coisas boas que me aconteceram eu passaria horas aqui escrevendo. Espero que no próximo ano seja assim ou melhor, espero conhecer gente nova e manter as boas amizades que fiz neste ano e as que eu já tinha.

Desejo muita saúde, paz e positividade no próximo ano, para todo mundo.

Amém!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O que é o Amor?

Muitas vezes, durante meus longos vinte anos de idade me perguntei o que era o amor de verdade, nunca encontrei uma resposta concreta, afinal o amor consegue estar em todos os lugares, consegue estar aqui e ao mesmo tempo estar do outro lado do mundo e em algum momento da vida todo mundo encontra o seu. Nunca encontrei uma resposta, mas me lembro muito bem da primeira vez que o encontrei. Foi em uma noite fria de agosto que encontrei o Amor, ele era alto e bem vestido, calmo e gentil, conversou comigo nada mais nada menos do que cinco palavras e me beijou nos lábios e depois me abraçou, depois daquela noite passei a conhecer melhor o Amor, passei a trocar com ele mais do que cinco palavras, passei a vê-lo durante as manhãs e depois durante as tardes e noites, passei a achar o Amor cada dia mais bonito, passei a pensar no Amor com mais frequência e passei a sentir saudades do Amor. O Amor é legal, sempre me ajuda em muitas coisas, me escuta, me abraça me fala coisas engraçadas e eu jamais imaginava na minha vida que o Amor era do jeito que é um metro e noventa centímetros, magricelo, olhos levemente claros e cabelos castanhos, mãos macias e pés feios, um excelente jogador de futebol e um ótimo piadista, sempre imaginei o Amor com formato de coração. Engraçado como a gente fantasia as coisas antes de conhecer.
Não sou Paul McCartney mas encontrei a minha Linda, não sou John Lennon mas encontrei a minha Yoko, mas a sou Esperança e encontrei o meu Amor.
Mesmo assim ainda não defini de fato o que significa essa palavra, mas consegui colocar ela em uma pessoa e isso para mim explica tudo.